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quinta-feira, 4 de março de 2021
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
PREVISÕES DESEMPENHO AGRÍCOLA NORDESTE EM 2021 – RELEASE FEVEREIRO
O IBGE divulgou a primeira estimativa para a safra agrícola brasileira em 2021.
As informações, dispostas na tabela 1, abaixo, mostram que área plantada terá
expansão de 1,4%. Entre a produção das lavouras destaca-se as quedas esperadas
na produção de algodão herbáceo (-16,5%), girassol (-17,5%), castanha-de-caju
(-18,1%), batata inglesa 3ª safra (-32,7%) e café (-33,6%). Com base nessa
primeira divulgação da LSPA foi possível traçar um panorama para a agricultura
da região nordeste, onde se analisa e estima-se o VBP – Valor Bruto da Produção
– para o ano de 2021 bem como a expectativa de crescimento da produção regional. Para o ano de
2021, espera-se uma retração de 1,12% na produção agrícola enquanto que o Valor
Bruto da Produção deve alcançar R$ 98,8 bilhões. Não foi fornecido texto
alternativo para esta imagem A
Bahia detém o primeiro lugar na produção agrícola da região, respondendo por
40,4% do VBP local. Destaca-se ainda, com base nos dados da tabela as quedas de
produção esperadas na Paraíba (-1,19%), Bahia (-1,76%), Sergipe (-7,88%),
Pernambuco (-8,55%) e Ceará (-12,4%). Já Maranhão, Piauí e Alagoas têm
expectativa de crescimento na produção agrícola. O café apresenta a maior expectativa de retração e isso está
associado à bianualidade da cultura (em 2020 tivemos grande expansão dessa
lavoura a qual se concentra basicamente no estado da Bahia. Além do café, a
expectativa de retração também é observada na cultura do algodão – também com
produção centralizada na Bahia – (-13,66%) e a produção de cereais em geral
(-1,58%) – nesse caso, espera-se quedas na produção de milho e feijão. Não foi
fornecido texto alternativo para esta imagem Entre os destaques positivos estão
a soja, com expectativa de crescimento de 4,96% e a laranja (6,56%). A produção
de soja se concentra na Bahia, Maranhão e Piauí enquanto a produção de laranja
se destaca na Bahia e em Alagoas.
terça-feira, 12 de março de 2019
Inflação em Salvador foi de 0,18% em fevereiro
O índice de inflação oficial do Brasil (IPCA) registrou alta de 0,43% em fevereiro, puxado pela alta nos preços dos alimentos (0,78%) e educação (3,53%). Entre as unidades da federação pesquisadas, a maior alta foi observada em Rio Branco (1,12%), seguido de Belém (0,93%) e Goiania (0,87%).
Em Salvador, a inflação de fevereiro fechou em 0,18%, a 14ª do país. No ano, os preços na capital baiana registram elevação de 0,55%. No mês de fevereiro, o ítem que mais contribuiu para a elevação do nível geral de preços foi Educação (4,66%). Por outro lado, o ítem alimentos apontou retração de 0,04% - apesar da queda no segmento de alimentos, os preços do feijão continuam em elevação (25,96% em fevereiro e 24,1% em janeiro.
| VARIAÇÃO MENSAL | ||||||||||
| UF | Índice geral | Alimentação e bebidas | Habitação | Artigos de res. | Vestuário | Transportes | Saúde e cuid. pessoais | Despesas pessoais | Educação | Comunic. |
| Brasil | 0,43 | 0,78 | 0,38 | 0,2 | -0,33 | -0,34 | 0,49 | 0,18 | 3,53 | 0,00 |
| Belém | 0,93 | 1,4 | 1,74 | 0,58 | 0,46 | -0,63 | 0,18 | 0,19 | 4,13 | -0,09 |
| Fortaleza | 0,69 | 0,47 | 0,98 | 1,29 | -1,02 | 0,92 | 0,31 | 0,34 | 4,18 | 0,00 |
| Recife | 0,59 | 1,01 | -0,04 | -0,27 | 1,02 | -0,02 | 0,52 | -0,28 | 4,63 | 0,01 |
| Salvador | 0,18 | -0,04 | 0,37 | -0,01 | -0,41 | -0,39 | 0,06 | 0,04 | 4,66 | -0,06 |
| Belo Horizonte | 0,51 | 1,36 | 0,48 | -0,08 | -0,59 | -0,06 | 0,24 | 0,22 | 2,62 | 0,07 |
| Vitória | 0,70 | 1,09 | 0,99 | 0,55 | 0,04 | 0,91 | 0,46 | 0,36 | -0,07 | -0,05 |
| Rio de Janeiro | 0,48 | 0,74 | 0,49 | 0,13 | -0,48 | -0,89 | 0,65 | 0,5 | 4,65 | 0,03 |
| São Paulo | 0,44 | 0,61 | 0,33 | 0,14 | -0,16 | 0,1 | 0,48 | 0,13 | 3,04 | 0,00 |
| Curitiba | 0,18 | 1,12 | -0,44 | 0,42 | -0,66 | -0,780 | 0,57 | 0,02 | 2,81 | -0,04 |
| Porto Alegre | 0,15 | 0,2 | 0,32 | 0,2 | -0,48 | -1,39 | 0,85 | 0,24 | 4,14 | -0,04 |
| Rio Branco | 1,12 | 1,06 | 6,37 | 0,28 | -0,66 | -0,88 | 1,55 | -0,01 | 3,03 | -0,09 |
| São Luiz | 0,43 | 0,62 | -0,65 | -0,41 | -0,44 | 1,05 | 0,54 | 0,24 | 2,67 | 0,18 |
| Aracaju | 0,54 | 1,09 | -0,57 | 0,54 | -0,71 | -0,93 | 0,26 | 0,44 | 5,93 | -0,17 |
| Campo Grande | 0,52 | 1,98 | -0,18 | -0,19 | 0,59 | -1,18 | 1,02 | 0,14 | 3 | 0,10 |
| Goiania | 0,87 | 1,61 | 0,23 | 0,91 | -1,14 | 1,14 | 0,63 | 0,09 | 3,79 | -0,08 |
| Brasília | -0,18 | 0,96 | 0,24 | 0,49 | -0,87 | -2,85 | 0,4 | 0,15 | 1,96 | -0,01 |
| Fonte: IBGE | ||||||||||
Em Salvador, a inflação de fevereiro fechou em 0,18%, a 14ª do país. No ano, os preços na capital baiana registram elevação de 0,55%. No mês de fevereiro, o ítem que mais contribuiu para a elevação do nível geral de preços foi Educação (4,66%). Por outro lado, o ítem alimentos apontou retração de 0,04% - apesar da queda no segmento de alimentos, os preços do feijão continuam em elevação (25,96% em fevereiro e 24,1% em janeiro.
| Inflação (IPCA) Salvador - Fevereiro 2019 | |||
| Índice geral e grupos de produtos e serviços | Variação mensal (%) | Variação acumulada no ano (%) | Variação acumulada em 12 meses (%) |
| Índice geral | 0,18 | 0,55 | 3,68 |
| Alimentação e bebidas | -0,04 | 0,62 | 4,73 |
| Habitação | 0,37 | 0,69 | 7,36 |
| Artigos de residência | -0,01 | 0,54 | 5,94 |
| Vestuário | -0,41 | -1,82 | -0,55 |
| Transportes | -0,39 | 0,46 | 1,08 |
| Saúde e cuidados pessoais | 0,06 | 0,16 | 3,23 |
| Despesas pessoais | 0,04 | 0,35 | 2,64 |
| Educação | 4,66 | 4,74 | 6,14 |
| Comunicação | -0,06 | 0,14 | -0,32 |
| Fonte: IBGE - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo | |||
2ª previsão da safra de grãos baiana aponta redução de 16,7%
Os dados de previsão para a Safra baiana em 2019 apontam retração de 16,7%, conforme pode-se verificar na tabela a seguir.
| Safra oleaginosas: Bahia, 2019 | |||
| Culturas | 2018 | 2019 | Var. |
| Cereais, leguminosas e oleaginosas | 9.323.119 | 7.766.825 | -16,7% |
| Algodão herbáceo | 1.248.154 | 1.064.578 | -14,7% |
| Milho (1ª Safra) | 1.963.740 | 1.538.400 | -21,7% |
| Milho (2ª Safra) | 47.400 | 319.440 | 573,9% |
| Soja | 6.244.800 | 4.944.000 | -20,8% |
| Sorgo | 72.396 | 72.360 | 0,0% |
| Trigo | 30.000 | 30.000 | 0,0% |
| Amendoim (1ª Safra) | 1.197 | 1.380 | 15,3% |
| Amendoim (2ª Safra) | 3.564 | 3.168 | -11,1% |
| Arroz | 9.126 | 3.852 | -57,8% |
| Feijão (1ª Safra) | 146.300 | 99.240 | -32,2% |
| Feijão (2ª Safra) | 25.722 | 89.592 | 248,3% |
| Café canephora | 140.400 | 129.600 | -7,7% |
| Fonte: IBGE/LSPA | |||
Os principais destaques negativos foram observados nas culturas de soja (-20,8%), milho 1ª safra (-21,7%) e feijão 1ª safra (-32,2%). As quedas observadas decorrem dos efeitos da estiagem em algumas regiões do estado bem como da irregularidade de chuvas na região oeta da Bahia.Esse desempenho negativo tende a se refletir nos preços de alguns produtos agrícolas, particularmente aqueles consumidos diretamente pelas famílias baianas, como no caso do feijão, o qual tem pressionado os índices de preços na Bahia.
Por outro lado, destaca-se o crescimento de 26% na produção de banana, 22% na produção de mandioca, 19% na produção de tomate e cana-de-açúcar. Neste caso, a perspectiva é de que os impactos sobre os preços finais sejam positivos, contribuindo assim para queda de preços nesse produtos.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Inflação de Salvador recua em Fevereiro
O IBGE divulgou a prévia da inflação para o mês de fevereiro (IPCA-15). Segundo os dados, a inflação teve alta de 0,34% e foi puxada segmento de Educação com alta de 3,52%. Já os segmentos de Transportes e Vestuários registraram deflação no mês (-0,46% e -0,92% respectivamente).
Entre as unidades da federação a maior alta foi observada em Belém (0,63%), seguido por Belo Horizonte (0,62%) e Fortaleza (0,55%). A tabela abaixo exibe as variações do índice e subíndices nas principais capitais e regiões metropolitanas do país.
| IPCA - 15: Variação fevereiro/2019 | ||||||||||
| Geral | Alm/Beb. | Hab | Art. Res | Vest | Transp | Saude | Desp.pes. | Educ. | Comuni | |
| Brasil | 0,34 | 0,64 | 0,18 | 0,47 | -0,92 | -0,46 | 0,56 | 0,30 | 3,52 | 0,05 |
| Belém | 0,63 | 0,84 | 0,60 | 0,77 | 0,16 | -0,77 | 0,96 | 0,10 | 4,15 | -0,08 |
| Fortaleza | 0,55 | 0,21 | 1,19 | 0,66 | -0,45 | -0,22 | 0,90 | 0,58 | 4,16 | 0,25 |
| Recife | 0,46 | 1,21 | -0,53 | 0,36 | -0,85 | -0,19 | 0,60 | -0,13 | 4,56 | -0,09 |
| Salvador | 0,11 | -0,31 | 0,21 | 0,33 | -0,74 | -0,68 | 0,92 | 0,07 | 4,61 | 0,12 |
| Belo Horiz. | 0,62 | 1,21 | 0,25 | 0,40 | -0,24 | 0,23 | 0,57 | 0,51 | 2,63 | 0,09 |
| Rio de Janeiro | 0,41 | 0,68 | 0,62 | 0,54 | -1,85 | -0,75 | 0,23 | 0,47 | 4,69 | 0,09 |
| São Paulo | 0,41 | 0,58 | 0,00 | 0,40 | -0,95 | 0,26 | 0,53 | 0,31 | 2,99 | 0,08 |
| Curitiba | 0,15 | 0,76 | -0,33 | 0,80 | -0,89 | -0,62 | 0,63 | 0,15 | 2,38 | -0,02 |
| Porto Alegre | 0,10 | 0,66 | 0,32 | 0,11 | -2,00 | -1,87 | 0,90 | 0,32 | 4,24 | -0,07 |
| Goiania | -0,04 | 0,77 | 0,35 | 1,13 | -1,49 | -2,10 | 0,04 | 0,16 | 3,66 | -0,01 |
| Brasília | -0,15 | 0,66 | 0,06 | 0,37 | -0,25 | -2,33 | 0,10 | 0,27 | 2,00 | -0,03 |
No acumulado do ano (janeiro e fevereiro) o índice geral para o Brasil aponta alta de 0,6%, sendo as maior alta em Belo Horizonte (1,1%).
| IPCA - 15: Variação acumulada no ano/2019 | ||||||||||
| Geral | Alm/Beb. | Hab | Art. Res | Vest. | Transp | Saúde | Desp.pes. | Educ. | Comun. | |
| Brasil | 0,64 | 1,52 | 0,27 | 1,05 | -1,07 | -0,93 | 1,24 | 0,74 | 3,84 | 0,10 |
| Belém | 1,02 | 1,90 | 0,12 | 0,47 | 0,12 | -0,74 | 1,83 | 0,39 | 4,23 | 0,06 |
| Fortaleza | 0,59 | 0,84 | 0,42 | 1,08 | -0,72 | -1,30 | 1,81 | 0,85 | 4,52 | 0,28 |
| Recife | 0,59 | 1,83 | -1,40 | -0,19 | -0,25 | -0,90 | 1,54 | 0,12 | 4,87 | 0,36 |
| Salvador | 0,91 | 1,78 | 0,23 | 0,62 | -1,40 | 0,32 | 1,17 | 0,29 | 4,79 | 0,25 |
| Belo Horiz. | 1,10 | 2,52 | 0,55 | 1,07 | -0,26 | -0,08 | 1,40 | 1,08 | 2,79 | 0,29 |
| Rio de Jan. | 1,01 | 1,84 | 0,99 | 1,37 | -1,40 | -0,77 | 0,96 | 1,33 | 5,10 | 0,15 |
| São Paulo | 0,62 | 0,98 | 0,19 | 1,62 | -1,17 | -0,21 | 1,25 | 0,58 | 3,47 | 0,04 |
| Curitiba | 0,07 | 1,49 | -0,68 | 0,85 | -1,25 | -1,89 | 0,91 | 0,57 | 2,74 | 0,02 |
| Porto Aleg. | 0,38 | 1,62 | 1,10 | 0,48 | -2,70 | -3,13 | 1,60 | 1,03 | 4,55 | -0,11 |
| Goiania | 0,04 | 1,14 | 0,11 | 1,32 | -1,81 | -2,45 | 0,76 | 0,55 | 3,52 | 0,01 |
| Brasília | -0,08 | 1,67 | 0,21 | 1,25 | -0,11 | -3,75 | 0,53 | 0,43 | 2,10 | -0,05 |
| Fonte: IBGE | ||||||||||
O índice da prévia de inflação em Salvador ficou abaixo do registrado em janeiro, quando a capital baiana teve a maior alta entre os locais pesquisados (0,8%). Em fevereiro, a inflação observada foi de 0,11% acumulando em 2019, alta de 0,9% (4ª maior entre as unidades pesquisadas). Já nos 12 meses, a alta inflacionária na capital baiana alcança 3,59%. Assim como observado no Brasil, o segmento de Educação foi o que registrou a maior alta (4,6%). Já o segmento de alimentos e bebidas registrou retração de 0,3% depois de ser o grande vilão da inflação na capital baiana em janeiro (destaque para a queda de 10,8% nos preços da farinha e 20,2% nos preços do tomate).
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Desempenho da agricultura em 2019
O primeiro levantamento da produção agrícola na Bahia, para o ano de 2019, aponta queda na produção de importantes lavouras cultivadas no estado.
O grupo de cereais e leguminosas aponta queda de 16,7%, com destaque para as perdas na produção de Algodão Herbáceo (-14,7%) Milho 1ª safra (-21,7%), Soja (-20,8%) e Feijão 1ª safra (-32,2%). O desempneho negativo da agricultura e, particularmente dessas culturas, decorre da irregularida climática observada nas fases de desenvolvimento das culturas, gerando assim menor produtividade.
Por outro lado, o levantamento aponta crescimento na produção de Mandioca (21,6%), Tomate (19,6%) e Banana (26,4%). O crescimento na produção dessas lavouras tende a contribuir positivamente para os índices de inflação na Bahia, visto que parte significativa da produção dessas lavouras é comercializada no território baiano.
Lavoura Baiana em 2019 |
||||
| Produto das lavouras | janeiro 2018 | janeiro 2019 | ||
| Área plantada (Hectares) | Produção (Toneladas) | Área plantada (Hectares) | Produção (Toneladas) | |
| 1 Cereais, leguminosas e oleaginosas | 3.043.505 | 9.323.119 | 3.084.505 | 7.766.825 |
| 1.1 Algodão herbáceo | 267.180 | 1.248.154 | 292.180 | 1.064.578 |
| 1.10 Feijão (3ª Safra) | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 1.11 Girassol | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 1.12 Mamona | 35.000 | 17.500 | 35.000 | 16.000 |
| 1.13 Milho (1ª Safra) | 383.300 | 1.963.740 | 363.300 | 1.538.400 |
| 1.14 Milho (2ª Safra) | 233.300 | 47.400 | 233.300 | 319.440 |
| 1.15 Soja | 1.600.000 | 6.244.800 | 1.640.000 | 4.944.000 |
| 1.16 Sorgo | 80.350 | 72.396 | 80.350 | 72.360 |
| 1.17 Trigo | 5.000 | 30.000 | 5.000 | 30.000 |
| 1.18 Triticale | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 1.2 Amendoim (1ª Safra) | 1.415 | 1.197 | 1.415 | 1.380 |
| 1.3 Amendoim (2ª Safra) | 3.300 | 3.564 | 3.300 | 3.168 |
| 1.4 Arroz | 7.220 | 9.126 | 3.220 | 3.852 |
| 1.5 Aveia | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 1.6 Centeio | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 1.7 Cevada | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 1.8 Feijão (1ª Safra) | 217.000 | 146.300 | 217.000 | 99.240 |
| 1.9 Feijão (2ª Safra) | 210.440 | 25.722 | 210.440 | 89.592 |
| 10 Café canephora | 52.000 | 140.400 | 52.000 | 129.600 |
| 11 Cana-de-açúcar | 91.000 | 4.680.000 | 91.000 | 5.580.000 |
| 12 Castanha-de-caju | 20.000 | 3.000 | 20.000 | 3.000 |
| 15 Fumo | 8.000 | 8.480 | 8.000 | 8.160 |
| 17 Juta | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 18 Laranja | 61.500 | 830.000 | 61.500 | 787.500 |
| 21 Mandioca | 250.505 | 1.527.575 | 250.500 | 1.857.500 |
| 24 Tomate | 6.740 | 230.800 | 6.740 | 275.800 |
| 25 Uva | 2.154 | 75.378 | 2.069 | 74.142 |
| 4 Banana | 88.000 | 823.000 | 88.000 | 1.040.000 |
| 5 Batata - inglesa (1ª Safra) | 1.700 | 68.000 | 1.700 | 68.000 |
| 6 Batata - inglesa (2ª Safra) | 1.806 | 72.090 | 1.806 | 72.120 |
| 7 Batata - inglesa (3ª Safra) | 1.500 | 63.000 | 1.500 | 60.000 |
| 8 Cacau | 480.045 | 122.568 | 450.045 | 119.718 |
| 9 Café arábica | 102.000 | 108.840 | 98.000 | 103.200 |
| Total | 4.210.455 | 4.217.365 | ||
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Indústria baiana 2018
O IBGE divulgou os dados da PIM - Pesquisa Indústria Mensal - relativos ao mês de dezembro e fechamento do ano. Segundo os dados, a maior retração mensal (dez/2018-de/2017) ocorreu em Pernambuco (-7,6%), seguido de São Paulo (-5,2%) e Amazonas (-5,1%). Pará (6,1%) e Espírito Santo (3,4%) registram as maiores expansões. A Bahia apontou crecimento de 1,3% (4ª maior taxa de crescimento). No ano, o crecimento da indústria baiana foi de apenas 0,8%.
| Crescimento indústria de Transformação | ||
| UF | dez/18 | 2018 |
| Amazonas | -5.05 | 5.23 |
| Bahia | 1.29 | 0.83 |
| Ceará | -2.91 | 0.41 |
| Espírito Santo | 3.38 | -0.94 |
| Goiás | 1.06 | -4.45 |
| Mato Grosso | -2.27 | -0.13 |
| Minas Gerais | 1.83 | -0.99 |
| Pará | 6.06 | 9.55 |
| Paraná | 0.63 | 1.85 |
| Pernambuco | -7.58 | 4.06 |
| Rio de Janeiro | -0.53 | 1.75 |
| Rio Grande do Sul | -2.48 | 5.49 |
| Santa Catarina | -1.37 | 4.03 |
| São Paulo | -5.20 | 0.87 |
| Fonte:IBGE | ||
O crescimento da indústria baiana em dezembro foi determinado pelo desempenho positivo da indústria mineral (12,7%) e transformação (0,7%). Dentro da indústria de transformação, os destaques positivos forão: Refino de petróelo (12,5%) e metalurgia (31,7%). Por outro lado, outros produtos químicos (-19,7%), veículos automotores (-9,3%) e equipmentos de informática (-50,9%) registraram as maiores retrações. Apesar de ter registrado queda em dezembro, o seguimento de veículos automores fechou o ano com expansão de 7,9%; também contribuiu positiviamente para o deempenho da indústria baiana os segmentos de metalurgia (7,2%) e produtos alimentícios (2,3%).
| Desempenho indústria Bahia 2018 | ||
| Mensal | Ano | |
| Indústria geral | 1.41 | 0.83 |
| Extrativas | 12.68 | 1.97 |
| Transformação | 0.70 | 0.79 |
| Produtos alimentícios | 1.90 | 2.28 |
| Bebidas | 15.53 | 10.12 |
| Celulose, papel e produtos de papel | -4.38 | 1.60 |
| Coque, derivados do petróleo e biocombustíveis | 12.52 | 1.33 |
| Outros produtos químicos | -19.67 | -6.22 |
| Borracha e de material plástico | 0.11 | -1.05 |
| Minerais não-metálicos | 21.74 | -8.59 |
| Metalurgia | 31.69 | 7.17 |
| Equipamentos de informática | -50.94 | 3.76 |
| Veículos automotores | -9.31 | 7.86 |
| Fonte:IBGE | ||
A figura a seguir exibe o crescimento da indústria de transformação baiana entre 2002 e 2018. Conforme se pode observar, onsiderando-se o nível atual de produção (índice 2012=100) é o praticamente o mesmo de 2005; ou seja a nossa indústria esta produzindo na mesma capacidade que estávamos no ano de 2005. O ponto positivo é que a partir de 2016 a tendencia de queda pela qual passava a industria baiana se reverteu e agora a mesma aponta uma trajetória de crescimento. Em função disso, as projeções para 2019 e 2020, calculadas a partir de modelo próprio, apontam para crescimentos de (4,8% em 2019) e 1,4% em 2020. Essas projeções são iniciais e tendem a se ajustar ao longo do ano conforme forem divulgadas novas infomrações conjunturais.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Mercado de trabalho no Brasil em 2018
Os dados da PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio - mostram que a taxa de desemprego no Brasil fechou o ano de 2018 (trimestres de out/nov/dez) em 11,6% a mesma do mês anterior e 0,2 p.p inferior ao mesmo período do ano anterior. Ao todo, a pesquia apurou um total de 93.002 milhões de pessoas ocupadas. O gráfico a seguir exibe evolução da taxa de desempego no Brasil durante o ano de 2018.
Conforme se pode observar, a taxa de desemprego no Brasil exibiu padrão de crescimento no início do ano, mas a partir de março passou a apresentar uma trajetória de queda, alcançando, em dezembro, o seu menor nível desde junho de 2016. Do total de pessoas ocupadas (93 milhões) apenas 63,1% contribuíam para o INSS, taxa inferior à observada no mesmo período do ano anterior.
A tabela a seguir exibe os níveis de ocupação no Brasil por categorias. O setor que mais se destacou na criação de vaga foi o "Setor público", com variação de 0,06%. ram o setor de "Domésticos com carteira assinada" experimentaram a maior retração (-0,05%).
A tabela a seguir exibe os níveis de ocupação no Brasil por categorias. O setor que mais se destacou na criação de vaga foi o "Setor público", com variação de 0,06%. ram o setor de "Domésticos com carteira assinada" experimentaram a maior retração (-0,05%).
Ocupação por categoria: Brasil - 2017/2018 |
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Categorias |
2017 |
2018 |
Variação |
| Total | 92.108 | 93.002 | 0,01% |
| Empregado | 62.277 | 62.447 | 0,00% |
| Empregado no setor privado, exclusive trabalhador doméstico | 44.435 | 44.539 | 0,00% |
| Empregado no setor privado, exclusive trabalhador doméstico - com carteira de trabalho assinada | 33.321 | 32.997 | -0,01% |
| Empregado no setor privado, exclusive trabalhador doméstico - sem carteira de trabalho assinada | 11.115 | 11.542 | 0,04% |
| Trabalhador doméstico | 6.370 | 6.274 | -0,02% |
| Trabalhador doméstico - com carteira de trabalho assinada | 1.876 | 1.781 | -0,05% |
| Trabalhador doméstico - sem carteira de trabalho assinada | 4.494 | 4.493 | 0,00% |
| Empregado no setor público | 11.472 | 11.634 | 0,01% |
| Empregado no setor público, exclusive militar e funcionário público estatutário - com carteira de trabalho assinada | 1.162 | 1.230 | 0,06% |
| Empregado no setor público, exclusive militar e funcionário público estatutário - sem carteira de trabalho assinada | 2.490 | 2.472 | -0,01% |
| Empregado no setor público - militar e funcionário público estatutário | 7.819 | 7.932 | 0,01% |
| Empregador | 4.409 | 4.532 | 0,03% |
| Empregador com CNPJ | 3.512 | 3.624 | 0,03% |
| Empregador sem CNPJ | 897 | 908 | 0,01% |
| Conta própria | 23.198 | 23.848 | 0,03% |
| Conta própria com CNPJ | 4.471 | 4.698 | 0,05% |
| Conta própria sem CNPJ | 18.727 | 19.150 | 0,02% |
| Trabalhador familiar auxiliar | 2.223 | 2.175 | -0,02% |
| Contribuição previdenciária | 57.994 | 58.733 | 0,013% |
| Fonte: IBGE | |||
A figura a seguir exibe a ocupação por setores de atividade econômica. Conforme se pode observar, o setor que tem maior participação na ocupação é o "Comércio, reparação de veículos automotores e motos" com 19% dos postos de trabalho, seguido da "Administração pública" (18%) e indústria geral (13%).
Administração pública e Serviços financeiros, comunicação e atividades imobiliárias foram as atividades com maiores remunerações ao fim de 2018 (R$ 3.353,00 e R$ 3.277,00 respectivamente). A menor remuneração foi observada no setor de Serviços domésticos (R$ 879,00).
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Salvador tem maior variação no IPCA-15 em janeiro
O IBGE divulgou o índice de inflação para o mês de janeiro (Brasil e capitais). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA-15 difere do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, apenas no que se refere ao período de coleta que abrange o período compreendido entre o dia 16 do mês anterior 15 do mês de referência, além da abrangência geográfia (O IPCA contempla maior número de Regiões Metropolitanas e municípios da Capital). Atualmente a população-objetivo
do IPCA-15 abrange
as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a
fonte. residentes em 11 áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as
quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo
Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito
Federal e do município de Goiânia.
A variação observado para o Brasil foi de 0,3%, enquanto que Salvador registrou a maior variação entre os locais pesquisados (0,8%); por outro lado Curitiba registrou deflação de 0,08%.
| IPCA - 15: Variação em janeiro/2019 | ||||||||||
| Índice geral | Alimentação e bebidas | Habitação | Artigos de residência | Vestuário | Transportes | Saúde e cuidados pessoais | Despesas pessoais | Educação | Comunicação | |
| Brasil | 0,3 | 0,87 | 0,08 | 0,58 | -0,16 | -0,47 | 0,68 | 0,43 | 0,31 | 0,06 |
| Belém | 0,39 | 1,05 | -0,48 | -0,3 | -0,04 | 0,04 | 0,86 | 0,28 | 0,08 | 0,14 |
| Fortaleza | 0,04 | 0,63 | -0,76 | 0,42 | -0,28 | -1,08 | 0,91 | 0,26 | 0,35 | 0,03 |
| Recife | 0,13 | 0,61 | -0,87 | -0,54 | 0,6 | -0,7 | 0,94 | 0,25 | 0,29 | 0,46 |
| Salvador | 0,8 | 2,09 | 0,02 | 0,29 | -0,66 | 1,01 | 0,25 | 0,22 | 0,18 | 0,13 |
| Belo Horizonte | 0,48 | 1,29 | 0,3 | 0,67 | -0,03 | -0,31 | 0,82 | 0,56 | 0,15 | 0,2 |
| Rio de Janeiro | 0,59 | 1,15 | 0,36 | 0,83 | 0,47 | -0,02 | 0,74 | 0,86 | 0,39 | 0,06 |
| São Paulo | 0,21 | 0,4 | 0,19 | 1,21 | -0,22 | -0,46 | 0,71 | 0,28 | 0,47 | -0,04 |
| Curitiba | -0,08 | 0,72 | -0,35 | 0,05 | -0,37 | -1,280 | 0,27 | 0,42 | 0,35 | 0,04 |
| Porto Alegre | 0,27 | 0,95 | 0,77 | 0,37 | -0,71 | -1,29 | 0,7 | 0,71 | 0,3 | -0,04 |
| Goiania | 0,08 | 0,37 | -0,23 | 0,19 | -0,33 | -0,36 | 0,72 | 0,39 | -0,14 | 0,02 |
| Brasília | 0,07 | 1 | 0,15 | 0,88 | 0,14 | -1,46 | 0,43 | 0,15 | 0,11 | -0,02 |
| Fonte: IBGE | ||||||||||
Na capital baiana, o ítem que mais contribuiu para a elevação de preços foi "Alimentação de bebidas" (2,09%). Dentro deste ítem, os produtos que registraram as maiores variações de preços foram: Cebola (41,6%), Batata inglesa (39,2%) Maracujá (22,5%), Repolho (18,9%) Tuberculos, raízes e legumes (18,77%) e Feijão carioca (18,3%).
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
CONSTRUINDO UM MODELO ARIMA SAZONAL
Primeiramente, tome a série onde serão
executados os testes.
Abra o software EVIEWS conforme as
seguintes instruções: Clique em "File", "New", "Workfile".
Na nova janela, em “Data Specification”, escolha "Monthly" e digite
1980.01 para a "Start Date" e 2000.07 para " End Date ". Para
inserir seus dados você tem duas opções: Clicando em File – Import – Import
from File, e selecione o arquivo Excel que contém os dados e que deve estar
previamente preparado para tal. Outra forma é abri o arquivo Excel e copiar as
séries que serão analisadas. Após isso clicar em Quick – Empty Group (Edit
Series) e, na nova janela que se abrir clicar com o botão direito do mouse e
selecione paste. Pronto. Agora é só renomear as séries e fechar a janela onde
foram inseridos os dados
Agora dê um duplo clique na série
"Exportar" para verificar os dados e selecione "View",
"Line" para ter uma ideia geral sobre a série temporal, isto é, se é
estacionária ou não. Além disso, escolha "View", "Correlograma"
– “Level”, para identificar o padrão de comportamento dos componentes do modelo
(ou seja, estimar o ARIMA p, d, q). Os gráficos resultantes são:
A partir do gráfico de linha, você pode
ver que é possível que a série temporal tenha tendência de crescimento com
ciclos sazonais, o que implica em não estacionaridade. Além disso, no gráfico do
correlograma, o ACF’s (Autocorrelation) é estável com queda linear e há picos
sazonais significativos de PACFs (Partial Correlation) nas defasagens 1 e 13,
isto é, um período de 12 defasagens que equivale à sazonalidade. Tomando a
primeira diferença de export obtemos o gráfico a seguir, o qual ainda apresenta
padrão de sazonalidade devido à inconstância da variância nos últimos períodos:
Este gráfico mostra que a primeira
diferença da série tem variância não estacionária. Portanto, a série deve
sofrer uma transformação logarítmica para se tornar variância estacionária. A
fim de gerar uma transformação logaritmo da série original, ou seja, Log
(exportação) basta clicar em "GENR" e digitar "lnexport = Log
(exportação)." O gráfico de linha de lnexport e seu correlograma são
apresentados a seguir:
O gráfico seguinte exibe a primeira
diferença de "lnexport":
Como mostrado acima, a transformação logarítmica
ainda não resolveu o problema da variância não estacionária. E a partir do
gráfico de correlograma de "lnexport", ainda encontramos um pico
sazonal significativo na FACP no 13º período; isso implica necessidade de se
tomar a diferença de 12 períodos sazonais para alcançar a estacionaridade da
série.
Para verificarmos se a
diferença sazonal pode gerar estacionaridade ou não, clique em "Genr",
digite "d12lexport = lexport - lexport (-12)". Em seguida, tem-se uma
nova série criada - "d12lexport" no "Workfile", e vamos usá-la
para traçar um gráfico de linha para ver se alcançamos ou não a estacionaridade.
O resultado é exibido no gráfico a seguir:
Depois de tirar 12 períodos sazonais de
"lnexport", a série "d12lexport" tornou-se estacionária.
Isso implica que a série de lnexport é integrada I(1)12.
Agora, o 12º período sazonal de
lnexport é "d12lexport" e parece estar livre do problema de variância
não estacionária. A partir de agora podemos
procurar o melhor modelo ARIMA.
Vamos então reiniciar os procedimentos
de identificação anteriores. Dos ACF’s e FACP’s, podemos supor primeiro existir
AR (1), AR (2) e AR (3), porque existem três picos significativos; a FACP (1), FACP
(2) e FACP (3), e MA (1), MA (2) e MA (3), porque existem alguns picos
significativos em ACF (1), ACF (2), e ACF (3), e depois da quarta defasagens as
ACFs diminuem lentamente.
Para vermos se os resíduos apresenta
ruído branco, clicamos em View - Residual
Diganostics – Correlogram-Q-Statistics. Abaixo é exibido o gráfico para esse
teste:
Como é possível observar, a diferença na
12ª ordem não atingiu o ruído branco, pois existem ainda picos significativos
para as ACFs e PACFs nas lags 12 e 25, respectivamente. Vamos então adicionar a
correção para as componente sazonais AR (12) ou MA (12). Qual deles é o melhor?
Para termos a resposta é preciso comparar os resultados obtidos através das
estatísticas de BIC, SEE e R2 ajustado.
Em primeiro lugar, vamos
adicionar AR (12) para a equação de regressão anterior, o resultado é:
Com a introdução do AR (12) obtivemos
os seguintes resíduos:
O resultado obtido não é melhor do que
antes, em termos de BIC, SEE e R2 ajustado, pois ainda existe um
pico significativo nas defasagens 12 da ACF’s PACF’s, o que significa que o
resíduo deste modelo ainda não atingiu ruído branco.
Podemos tentar outra possibilidade adicionando
MA (12) com a especificação anterior. O resultado é:
Teste de diagnóstico de resíduos:
Este resultado parece ser melhor do que
o anterior visto que os resíduos alcançaram o ruído branco; no entanto, os
coeficientes de MA (1) e MA (3) não são significativos e o AR tem raízes iguais
a 1, significando que não é satisfeita a condição invertibilidade. Portanto, devemos
eliminar os parâmetros MA (1) e MA (3) no modelo a seguir:
Equação e diagnóstico de resíduos:
O Q-teste dos resíduos parece não ter
problema, no entanto, as raízes invertidas do AR não satisfazem, por
conseguinte, outro modelo deve ser tentado, a fim de obter o melhor resultado.
Alternativamente, podemos começar a
partir da primeira diferença de lnexport. Os correlogramas são:
A ACF e FACP são significativos a 12 lags, indicando que aparece o efeito de 12 períodos sazonais, por conseguinte, a fim de gerar o processo estacionário, podemos tentar levar a diferença do período de 12 dlnexport para remover o 12-período sazonal efeito. Clique em "GENR" e digite "d12dlexport = dlexport - dlexport (-12)". Os correlogramas da d12dlexport são:
Assim, há um pico significativo de ACFs
e dois picos significativos de PACFs, podemos suspeitar que o d12dlexport tem
AR (2) e MA (1), então podemos tentar estimar o ARIMA.
Diagnóstico de
resíduo:
Desde o teste Q, que ainda observar a
significativa de ACF e PACF em 12 de lag. A fim de eliminar o efeito de
12-período, podemos tentar outro modelo ARIMA como:
Desde as estatísticas t de AR (12) e MA (1) é insignificante, então eles
podem ser descartados e re-experimentar outro modelo ARIMA como: and the Q-test
is
Ou podemos
tentar and the Q-test is
Dos vários modelos experimentais, o
ARIMA (0,1,0) 1,1, (2,1,0) 12 (0,0,1) 12 seria escolhido como o melhor, uma vez
que satisfeita a condição de invertibilidade e Q-testar e tem uma BIC
relativamente menor e maior R2 ajustado.The selected best model can be expressed as
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